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Por que dói tanto quando um pet idoso morre?

Por que dói tanto quando um pet idoso morre?

Por que dói tanto quando um pet idoso morre?

A caminha ainda está no canto.
O potinho de ração... você ainda não teve coragem de guardar.
A hora do passeio chega e, mesmo sem ele, seu corpo ainda se levanta.

É estranho quando a rotina segue, mas quem preenchia os espaços não está mais ali.

Durante tantos anos, vocês criaram um mundo só de vocês:
os horários, os cheiros, os rituais.
Aquele olhar que te entendia sem palavras.
A sua presença que dizia: "tô aqui, sempre estive".

Não é só a morte que dói

Quando um pet idoso parte, no início é como se um pedaço da sua própria história deixasse de fazer sentido.
Aquele que te acompanhou em tantos momentos agora não está mais… e tudo parece mais vazio, mais quieto, mais difícil de explicar.

Você viu ele envelhecer, sentiu quando o passo ficou mais lento, quando o focinho embranqueceu, quando o tempo foi dando sinais.
E, ainda assim, nunca parece suficiente para se preparar.

Talvez agora você se pergunte:

  • "Será que fiz o suficiente?"
  • "Será que ele sabia o quanto foi amado?"

Essas perguntas são comuns... e dolorosas.
E é por isso que eu quero te lembrar de algo importante: amar não significa ter controle de tudo, e sim estar presente com o que se tem, do jeito que se pode.

Você cuidou com carinho e esse cuidado foi sentido.
Mesmo nos dias difíceis, eles ficam atentos à nossa linguagem corporal, aos gestos e ao tom de voz.


O que permanece é o vínculo

O amor vivido ao longo dos anos construiu um vínculo profundo.
E é isso que permanece: um tipo de amor que a ausência física não apaga.

Se quiser conversar com privacidade sobre a sua história com seu pet, estou aqui para te ouvir e ajudar. Meu trabalho é acolher esse luto de forma respeitosa, com métodos terapêuticos que trazem leveza e clareza para enfrentar esse momento.

Envie sua mensagem pelo WhatsApp ou e-mail nos contatos abaixo.

Elizabeth Hernandez.
Psicóloga | CRP 07/23235

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