Não precisa estar acontecendo algo diretamente com você para doer.
Você abre o jornal, rola o feed, escuta uma conversa… e, de repente, um aperto toma o peito.
Pessoas fugindo de guerras.
Enchentes, incêndios e animais em extinção.
Um planeta em crise, enfrentando desafios climáticos, sociais e éticos profundos.
E dentro de você:
→ Medo do que vem por aí.
→ Culpa por não conseguir fazer mais.
→ Angústia por sentir tudo tão fundo.
→ Impotência diante de tanta dor.
Isso tem nome: ecoansiedade.
Um tipo de sofrimento emocional cada vez mais comum entre pessoas que se importam com o futuro e que enxergam o que está acontecendo ao seu redor, em questões ambientais e éticas.
É como se o corpo absorvesse a dor do mundo, reagindo com ansiedade, tristeza e sobrecarga emocional, uma resposta instintiva do corpo para tentar te proteger.
A verdade é que ninguém nos preparou para viver em um planeta em crise.
Mas sentir demais não é fraqueza: é sinal de sensibilidade, empatia e consciência expandida, e também é um chamado para cuidar de si com mais atenção.
Seu sistema nervoso não precisa viver em estado de alerta permanente.
É possível acolher essa dor, compreender o que ela significa e criar formas mais sustentáveis de estar no mundo, protegendo sua saúde mental enquanto mantém seu compromisso com causas importantes.
Se você sente que o que acontece no mundo te impacta significativamente e está buscando um espaço clínico seguro, sigiloso, para elaborar essas emoções com profundidade, se sentir que é o seu momento, me envie uma mensagem.
Elizabeth Hernandez.
Psicóloga | CRP 07/23235